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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2026

Garoto brasileiro cria bomba eólica barata para levar água a famílias do Nordeste e ganha prêmios

E fala da importância de unir curiosidade, estudo e sensibilidade social.

Que ideia sensacional. Esse garoto brasileiro de apenas 14 anos criou uma bomba eólica com lixo reciclado para combater a falta de água no Nordeste semiárido e evitar que famílias andem quilômetros a pé para encontrar o líquido.

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O nome dele é Lucas Figueiredo Medeiros, um aluno do Colégio Santa Maria, no Recife (PE). Ele criou a bomba d’água movida à energia eólica feita com materiais recicláveis, como garrafas PET, sucata metálica e componentes reaproveitados de equipamentos antigos, que é 70% mais barata do que as tradicionais e pode beneficiar 1 bilhão de pessoas no mundo

E mais: Lucas pensou num protótipo simples, para que moradores de áreas rurais consigam replicar o sistema com apoio mínimo de técnicos especializados. Ele teve a ideia ao ver a realidade de comunidades sem acesso regular à água e já ganhou um prêmio internacional em Abu Dhabi, pela iniciativa voltada para energia limpa e soluções sociais de baixo custo.

Como funciona

A bomba d’água criada pelo Lucas custa pouco e usa apenas a força do vento para bombear água. Faz lembrar o filme O Menino que Descobriu o Vento (2019).

No projeto do Lucas, o vento aciona um conjunto de hélices, que gira um eixo conectado a mecanismos responsáveis por puxar a água de poços, cacimbas ou reservatórios próximos.

O jovem pesquisador queria uma solução que tivesse impacto social e conseguiu realizar o projeto conversando com professores, agricultores familiares e lideranças comunitárias.

Virou inspiração

Hoje, ele inspira colegas de escola e estudantes de outras regiões a desenvolverem seus próprios projetos.

O adolescente sempre lembra que, mesmo estudantes do ensino fundamental podem contribuir com soluções reais para problemas como a falta de água e a desigualdade no acesso à infraestrutura básica.

E fala da importância de unir curiosidade, estudo e sensibilidade social.

Vai longe esse menino!

 

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